Alguns Aspectos Pedagógicos em eLearning


Carla Cardosocarlafcardoso@gmail.com

Débora Cunha
debora_cunha@msn.com
Mestrado em Pedagogia do eLearning
Universidade Aberta

Resumo
Este artigo é resultado de duas entrevistas realizadas a dois professores/formadores em contexto online. Manuela Francisco, designer instrucional no Instituto Politécnico de Leiria e Stephen Downes, pesquisador em National Research Council, Canadá, foram as personalidades que colaboraram conosco na consecução deste artigo com seus conhecimentos na área do e-learning, bem como outras fontes bibliográficas exploradas. Tentou-se focar nas principais características desejáveis nos intervenientes do processo de e-learning, dificuldades e desafios encontrados pelos professores/formadores e outros aspetos pedagógicos usuais. Como resultado apresentam-se alguns aspectos pedagógicos, que com o avanço das novas tecnologias de informação levam a novas atribuições dos professores/formadores no exercício da sua atividade profissional assim como, a diversidade de técnicas suscetíveis de serem utilizadas nesta modalidade de ensino. Destacamos ainda quatro conjuntos de técnicas: técnicas "individuais", técnicas “um para um”, técnicas "um para muitos" e técnicas "muitos para muitos", apresentando os recursos possíveis de utilização no contexto online.

Palavras-chave: práticas pedagógicas do e-learning, tutor on-line, professor on-line, técnicas pedagógicas.


Introdução
O ensino/aprendizagem ocorrido por e-learning coloca-nos diante de novas perspetivas de formação pessoal e profissional. As facilidades proporcionadas nessa modalidade são por vezes estimulantes a quem deseja e necessita adquirir e desenvolver competências. O estandarte dessa forma de aprender – flexibilidade de tempo, lugar e, por vezes, conteúdo motivam as pessoas a aderirem a aprendizagem nesse novo contexto.
O e-learning exige por si só caraterísticas próprias no ensino/aprendizagem. Os professores passam a ter novas funções, redimensionando ainda, as já existentes. Dos estudantes é esperado uma postura ativa, um envolvimento completo com sua própria aprendizagem. A tecnologia que medeia este processo deve ser transparente para todos os intervenientes, de forma que esta seja utilizada em toda a sua plenitude, sem restrições. A exploração constante da Web, de novas ferramentas e materiais disponibilizados, deve fazer parte do dia-a-dia do professor e aprendente para que ambos tirem proveito do meio onde se realiza a aquisição do saber.

Os desafios diante desse novo cenário são diversos. Da parte do professor, criatividade, empatia, capacidade de motivação e condução dos estudantes para o sucesso na aquisição do saber, são algumas caraterísticas desejáveis nesse novo perfil profissional. Da parte do aluno, deseja-se: envolvimento total com sua aprendizagem, responsabilidade, organização. Destes dois perfis espera-se o domínio da tecnologia envolvida nessa modalidade.

A construção do Personal Learning Environment (PLE) passa a ser obrigatório. Como comunicamos com nossa rede é um fato crucial para encontrarmos informações, construirmos e publicarmos conteúdos. Desse "à vontade" com nosso PLE, a tal transparência das ferramentas utilizadas, pode surgir, de certa forma, o sucesso na aprendizagem, embora só isso não seja, como é óbvio, o suficiente.

Um dos aspectos motivadores ao estudante para ingressar nessa modalidade de ensino/aprendizagem, a flexibilidade, pode ser encarado como sendo a própria causa do insucesso, caso este não apresente as caraterísticas necessárias para este contexto, além do perfil do professor e da utilização de técnicas pedagógicas serem desadequados.


Alguns intervenientes online
Muitos são os intervenientes no ensino online. A elaboração de um curso nessa modalidade conta com uma equipa multidisciplinar especializada em diversas áreas do conhecimento e esta deve “realizar um planejamento estratégico envolvendo os processos de definição das metas e objetivos do programa, a seleção e avaliação constante das opções tecnológicas emergentes e as tendências que se alteram nas demandas dos alunos, da empresa e da sociedade” (Araújo et al., 2011).

Para Morgado (2003), ensinar a distância é um “acto fragmentado e distribuído por várias pessoas, na medida em que cada uma delas tem a sua responsabilidade na construção dos materiais de aprendizagem”, sendo que cada uma delas reclama para si a “responsabilidade do ato de ensino a distância – o autor dos conteúdos científicos, o tecnológico educativo, os designers e o tutor…” (Marsden, 1996 citado em Morgado, 2003).

Encontramos na literatura muitos termos para designar estes novos profissionais, bem como suas funções. Salmon (2000), citado em Anderson (2004) refere como e-moderador aquele professor que orienta os alunos em uma formação, dando-lhes inicialmente motivação, seguindo a socialização do grupo e por fim, agindo como facilitador das tarefas de aprendizagem, moderando discussões, esclarecendo dúvidas ou compreensões erróneas. Morgado (2003), identifica o tutor online como aquele que não ensina, mas faz com que o estudante aprenda e este deve ter “competências técnicas, empatia e flexibilidade no ambiente online”, devendo ainda “possuir formação prévia e experiência de e-moderador de pelo menos um ano”. Este será quem estará disponível para ajudar o estudante a aprender, é quem faz a mediação entre os conteúdos e o estudante através da tecnologia (Morgado, 2001).

O papel do professor e suas transformações no contexto ensino-aprendizagem tem sido tema de análise e investigação produzida nos últimos anos (Harasim et al. 1995; Berge, 1998; Beaudoin, 1998; Ljosä, 1998 citado em Morgado 2001), neste sentido Manuela Francisco salienta a diferença entre alguns termos: "designer instrucional desenha a instrução, isto é, adequa estratégias pedagógicas nos conteúdos e materiais de aprendizagem, tal não significa que tenha perfil ou conhecimentos científicos na área a lecionar para poder acompanhar de forma eficaz e eficiente os estudantes; professor ou o tutor é quem acompanha os estudantes online, detém acima de tudo conhecimento científico da área que está a lecionar, devendo ter também competências específicas do ensino online". Stephen Downes esclarece que "o papel do ensino muda, deixa de haver um único papel: um único professor, mentor, tutor, assistente. Passa a haver técnicos, apresentador, treinador, moderador, facilitador, coordenador, administrador, burocrático, especialistas disponíveis online – todos estes são aspectos a ter em conta. Não há uma palavra que substitua a palavra professor, há muitas dependendo do ponto de vista e da tarefa que se espera dessa interactividade e dos objectivos que se tem”. Segundo Authier (1998), citado em Carvalho (2007), estes professores “são produtores quando elaboram suas propostas de cursos; conselheiros quando acompanham os alunos, parceiros quando constroem com os especialistas em tecnologia abordagens inovadoras de aprendizagem”.
Manuela Francisco acrescenta ainda que "não é tecnologia que veicula os conteúdos e o processo de aprendizagem, mas sim as estratégias adotadas, salientando a criatividade como sendo fundamental para criar atividades estimulantes para os estudantes, assim como o feedback que deve ser dado a quem está a aprender". De fato, pode-se observar uma maior participação dos estudantes on-line, quando estes vêem, do lado do professor, uma pessoa disposta a incentivar, orientar, desestimulando, dessa forma, o desinteresse pela apropriação do saber e conduzindo o estudante a aquisição da aprendizagem de forma natural e agradável.


Técnicas Pedagógicas On-line

Existe no contexto online uma diversidade de fatores propícios ao desenvolvimento de um ambiente único de ensino-aprendizagem: a flexibilidade da interação educativa no que respeita ao tempo e local; a possibilidade de aceder a conteúdos em diversos formatos (multimédia, vídeo, texto) permitem pesquisar e explorar as diferentes qualidades dos média; o acesso a vários repositórios de informação; e a capacidade de permitir a interação homem-máquina em diferentes formatos (texto, voz, vídeo,…), em diferentes modalidades (síncrona e assíncrona), proporcionando uma excelente oportunidade de aprendizagem e comunicação. Para Paulsen (1995) as técnicas pedagógicas são “um meio para atingir os objetivos”, tendo como principais objetivos responder as solicitações dos estudantes, proporcionar orientação e aconselhamento, ajudar na resolução de problemas, discutir projetos de trabalho com professor e colegas, aproximar estudantes de acordo com seus interesses, estimular projetos de grupo e criação de grupos de auto-ajuda.
Stephen Downes considera que "a melhor atividade é aquela que é escolhida pelo próprio estudante, porque desta forma, ele se compromete com a sua realização", e ainda completa que "não é a natureza da atividade que determina sua eficácia, mas sim como esta virá de encontro às necessidades dos estudantes". Destacando que "atividades como questionários ou redações devem ser banidas da aprendizagem", referindo que "o uso dessas tarefas é inapropriado".
Existe uma diversidade de técnicas pedagógicas ao dispor do professor online. De acordo com o diagrama apresentado por Paulsen (2003), encontramos quatro conjuntos de técnicas: i) técnicas individuais; ii) técnicas “um para um”; iii) técnicas “um para muitos”; e iv) técnicas “muitos para muitos”. Abaixo destacam-se algumas técnicas pedagógicas e suas principais caraterísticas.
Segundo Paulsen (2003), as técnicas individuais, designadas também por técnicas “One Online”, necessitam da utilização de recursos online e estes podem ser informativos, softwares ou pessoas. A sua utilização pode ser mais ou menos estruturada, apesar de exigirem um mínimo de interação do professor/aluno. Destacamos, como exemplo, a entrevista que, através do uso de ferramentas CMC (Comunicação Mediada por Computador) possibilita obter informações pertinentes acerca de um determinado tema e através dos dados obtidos elaborar um artigo, relatório e/ou apresentação. Revistas e jornais online, base de dados online e aplicações online são outras técnicas possíveis de se optar.
Apoiada na aprendizagem e no ensino individualizado, as técnicas um para um ou “One to One” é eficaz através da escrita, apesar de poder existir a necessidade de encontros presenciais. O contrato de aprendizagem é um exemplo desta técnica e, além deste ser um instrumento pedagógico fundamental, a sua elaboração é da responsabilidade do professor/tutor. Este contrato é disponibilizado (e negociado) com os estudantes no contexto online (sala de aula virtual) no início da docência do módulo/disciplina traduzindo a sua geografia (plano descritivo ou mapa detalhado). Deste modo, pretende-se uma explicitação detalhada de todo o processo de ensino/aprendizagem, funcionando assim, como um guia orientador a dois níveis: do estudante e do professor/tutor (Morgado et al., 2005). Englobado pelas técnicas um para um, Paulsen (2003) ainda cita as actividades: apprenticeships, estágios e estudos por correspondência.
A técnica um para muitos, “One to Many”, geralmente, não requer a interação dos estudantes. É desenvolvida uma apresentação de um determinado tema e a comunicação é feita, por exemplo, numa palestra, simpósios, skits (encenações), gravação de áudio (podcasting) e blogging, permitindo ser usada como um diário ou uma ferramenta de reflexão e reflexão crítica a temas/questões levantadas pelo professor.
A interação de todos os participantes no processo de ensino-aprendizagem denomina-se por técnica muitos para muitos ou “Many to Many”, podendo optar por role play (dramatização), estudo de caso e case-based instruction. Um caso é apresentado aos estudantes ou selecionado por eles, levando-os a uma resposta correta ou solução dada a situação ou um saber experiencial do caso concreto. O caso em si pode ser estruturado ou não. Em caso baseado em instrução, o aprendizado pode envolver a gravação e sintetização de informações sobre um caso, a indexação para os outros casos, e/ou adaptação de uma solução para o caso concreto. Permite a aplicação dos conceitos teóricos, desenvolver o trabalho em grupo, resolver problemas e desenvolver habilidades.Os fóruns, atividade muito utilizada, apresentam-se como o local de discussão aberta entre vários participantes para efeitos de disseminação de conhecimentos. Pode ser semiformal, dirigido por um moderador, sendo este responsável por orientar a discussão incentivando a discutir questões e comentários.Simulação e jogos, grupos de discussão, debates, grupos de projectos, brainstorming, transcript based assignments, colaboração online, sessões síncronas e nominal groups techniques, são outras técnicas pedagógicas possíveis de ser utilizadas no ensino online. (ver Esquema I)
Manuela Francisco indica que as melhores atividades pedagógicas num contexto online são aquelas "que conseguem envolver emocionalmente os estudantes, as que os colocam em contextos reais, simulações, jogos do tipo role playing", acrescentando ainda que estas atividades "são as que tem uma melhor aceitação por parte dos estudantes". Assim sendo, apesar da múltipla escolha, e de acordo com os entrevistados a seleção recai em técnicas pedagógicas que se ajustem aos objetivos propostos, mas sobretudo que motivem e envolvam os estudantes na consolidação de aprendizagens. Downes, chama a atenção para o termo e-portfólio, recurso apropriado às diferentes técnicas, pelo fato de “diferentes instituições usam-no de forma distinta”, como tendo “um papel central ao mostrar o trabalho realizado pelo estudante, em um local público e com grande visibilidade, motivando o estudante a mostrar ao mundo o seu máximo de criatividade e produção”.

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Esquema I - Técnicas Pedagógicas OnlineA avaliação
No sistema educacional a avaliação é uma tarefa importante, a relação entre ensino, aprendizagem e avaliação deverá ter uma estreita ligação. Segundo Barberà (2006), a avaliação das aprendizagens é um processo multidimensional e abrange quatro dimensões: avaliação da aprendizagem (avaliação sumativa); avaliação para a aprendizagem (avaliação formativa); avaliação como aprendizagem (permite regular a aprendizagem com os objectivos educacionais e os interesses pessoais do aluno); e avaliação desde aprendizagem (mais conhecida pela avaliação diagnóstico). Obviamente, não existe um único modelo de avaliação, no entanto é evidente que, quando aplicado corretamente, a avaliação apresenta inúmeras vantagens, quer no ensino presencial ou no ensino online. Segundo Castillo (2006), “a avaliação do aluno no processo de aprendizagem é fundamental para superar suas dificuldades, (…) possibilitando o esclarecimento de dúvidas e feedback imediato para os seus progressos e retrocessos”. Neste sentido, o professor deve analisar e avaliar o desempenho dos estudantes para fortalecer ou redirecionar suas aprendizagens (Castillo, 2006).
É unânime a opinião de diferentes autores sobre a importância da avaliação contínua e formativa. Vasconcellos (1998), citado em Campos et al. (2007), refere a necessidade da avaliação como forma de verificar se os objetivos planeados foram atingidos. Segundo Araújo e Filho (2005), citado em Campos et al. (2007), “espera-se que a avaliação numa comunidade de aprendizagem se dê no sentido da profundidade do conhecimento produzido e pelas novas competências adquiridas. A tradicional avaliação pelo número de fatos memorizados ou pela quantidade de matéria memorizada perde o seu espaço”. Stephen Downes também refere que um dos aspectos ténues da aprendizagem online é a realização de testes e “tudo que for formal, automático, rígido”.

Para Manuela Francisco a avaliação vai depender da natureza da disciplina. Ela acredita "particularmente na resolução de casos, trabalhos práticos e em contexto específico" e considera "fundamental que os estudantes façam reflexões em vários momentos do curso/disciplina. Geralmente pede que façam reflexões sobre o seu estado emocional e sobre o que gostaram mais de fazer e o que sentem que podem realizar com o que aprenderam. No fundo é uma espécie de e-portfólio emocional que revela as competências que cada um sente que desenvolveu".


Conclusão
A aprendizagem online explana-se e reúne os seus intervenientes, com dinâmicas de cooperação, colaboração e comunicação. O desenrolar destas dinâmicas prevê, da parte do professor, que ele acompanhe as tendências tecnológicas. É o professor responsável pela criação de uma efectiva presença de ensino/aprendizagem. O desafio é evidente, apresentando diferentes papéis que vão desde a concepção do conteúdo do curso e a possibilidade do mesmo ser passível e flexível de alterações até à concepção e organização de actividades, onde será seu papel estimular, orientar, apoiar no desenvolvimento de trabalhos individuais e cultivar a interacção interpessoal em grupos de aprendizagem e cumprimento de prazos, além de fornecer feedback do desempenho dos estudantes.

Para Stephen Downes a aprendizagem é um fenômeno complexo, que transcende o campo do saber fazer mecanicamente, algo que possa ser facilmente mensurado. A aprendizagem não é apenas a aquisição de conhecimento e habilidades, mas sim um processo de desenvolvimento, alguém que começa a saber e se desenvolve intelectualmente. Quando essa aprendizagem ocorre num ambiente de rede (entendendo-se aqui a Web), pode-se trabalhar tarefas específicas ou mesmo reais, por vezes com especialistas da área em questão. Dessa forma, o processo de produtor/consumidor torna-se evidente, o aprendente assume uma participação ativa sendo por vezes ele próprio o especialista e não apenas um consumidor do saber. “Aprender é adquirir todas as competências e capacidades de vários aspectos relacionados sobre um tema e não estudar apenas o seu cerne/centro”.

Lèvy (1999) define o futuro papel do professor como sendo mais do que difusor de saberes, mas o de “animador da inteligência coletiva” dos estudantes, estimulando-os a trocar seus conhecimentos. Adverte ainda que, para falar em tecnologia é necessário cuidar para não usá-la a qualquer custo, mas sim acompanhar consciente e deliberadamente uma mudança de civilização que questiona profundamente as formas institucionais, as mentalidades, a cultura dos sistemas educacionais e, sobretudo, os papéis de professor e de aluno. Ainda para o autor, é muito importante que o professor saiba conduzir de maneira organizada e pedagógica o seu papel e que o aluno seja um gerenciador do seu próprio saber.

Olhando para o futuro dessa modalidade de ensino, Stephen Downes refere que “o trabalho neste campo vai tornar-se mais especializado. Os educadores terão de ser mais abrangentes no uso das tecnologias”. Manuela Francisco cita “a criatividade do professor” como sendo uma característica básica para este profissional do ensino online e aconselha a “aposta na interação e na comunicação recorrendo à tecnologia (móvel, motion, 3d, ambientes imersivos, ferramenta web...)” .


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